Meu amigo Lagartão!

A Primavera chegou e junto com ela os lagartos ficam mais ativos.
Esse Lagartão já conhece a gente há um tempão, tanto que ele(a) já se aproxima para ganhar banana.

Segundo a Wikipédia, o Tupinambis merianae é popularmente conhecido como teiú, lagartiu, teju, tegu, jacuraru, jacuaru, jacuruaru, jacruaru e caruaru.

Veja o momento em que ele vem correndo ganhar banana!
Estava pertinho da câmera, cerca de 1 metro de distância.

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Lagarto

Um lagarto que apareceu aqui no quintal. Eu o vi duas vezes. Talvez tenha voltado em outros dias.
Ele estava tranquilo, então o peguei na mão.
Eu corri riscos, já que algumas espécies, em contato com a pele, podemm causar queimaduras ou liberar toxinas.
Não foi o caso deste lagarto (não sei bem se é mesmo um lagarto).
Sua visita rendeu boas fotos!

Lagarto
Lagarteando no sol

Lagarto
Oi

Lagarto
Calmo, posando pra mim

Lagarto
Muito bonita sua “pele”

Cobra-de-duas-cabeças

Cobra-de-duas-cabeças é o nome popular desta espécie de réptil ápode (sem patas) que possui a extremidade da cauda parecida com sua cabeça.
Também é chamada de Cobra-cega.
Esclareço aqui que esta espécie amarela é um réptil pois possui escamas; diferenciando-a da Cobra-cega ou Cecília (Gimnofiono) que é uma ordem de anfíbios, também ápodes, semelhantes a minhocas (possuem anéis pelo corpo em vez de escamas).

Aqui, temos uma Amphisbaena alba.
Seus olhos são cobertos por uma pele protetora.
Possui musculatura bem forte e crânio bem rígido.
É um réptil cavador, ou seja, cava seus próprios túneis e possui hábito fossorial, vivem enterradas no solo úmido e se alimentam de pequenos invertebrados encontrados no caminho.
São importantes para aeração do solo e escoamento da água.
Por isso, quando vir uma Cobra-cega, respeite-a que ela não fará mal algum!

Cobra-cega

Se forem incomodadas, levantam sua bcabeça e cauda ao mesmo tempo, confundindo o predador.
Não possuem veneno, mas sua mordida pode ser bastante forte.
*Lembrando que animais silvestres não devem ser manipulados!*

Cobra-cega

É raramente vista na superfície, tornando estas fotos de extrema importância para nós!

Cobra-cega

Cobra-cega
Amphisbaena alba

Hilídeos – Pererecas

Hylidae é uma família de rãs selvagens comumente referidas como Pererecas, rainetas ou relas. No entanto,  incluem uma diversidade de espécies de “sapos”, muitos dos quais não vivem em árvores, mas são terrestres ou semi-aquáticos.

De pequeno porte, caracterizam-se pelos dedos terminados em ventosa, que lhe permitem prender-se a superfícies verticais. São dotadas de membranas elásticas, localizadas entre os dedos e podem realizar vôos de quase dois metros.

A maioria dos hilídeos mostram adaptações adequadas para um estilo de vida arbórea, incluindo olhos na frente fornecendo uma visão binocular, e almofadas adesivas nas patas dianteiras e traseiras.

Importante lembrar que as pererecas, assim como sapos e rãs, estão sendo banidos devido alterações e destruição de seu habitat e, apesar de causarem certo nojo e pavor, são indicadores de um meio ambiente saudável.

Esta rela estava coaxando próximo a janela de onde eu estava. Saí correndo, peguei a câmera nova e a fotografei.
Ela estava em cima de uma casinha que construímos para colocar alpiste para os pássaros. Até essa foto, NENHUM pássaro pousou nela. Esta visitante de olhar profundo foi a primeira a estrear.
Um flash e um disparo foram suficientes para registrar esse momento. Logo em seguida apaguei as luzes e a deixei a vontade para voltar “cantarolar”.

Perereca


Fonte: Wikipédia – Hylidae

Anuros – Sapos, rãs, pererecas

Os anuros (latim científico: Anura) constituem uma ordem de animais pertencentes à classe Amphibia, que inclui sapos, rãs e pererecas (ou relas). Ainda que se possam estabelecer algumas diferenças entre sapos e rãs, estas diferenças não são utilizadas pelos cientistas na sua classificação.
O seu nome vem do grego, significando sem cauda (an-, sem + oura, cauda).

A maioria dos anuros são caracterizados por longas patas posteriores, corpo curto, membranas interdigitais (nos dedos das mãos ou dos pés), olhos protuberantes e a ausência de cauda. A maioria das rãs tem um estilo de vida semi-aquático, mas move-se facilmente em terra saltando ou escalando.
Tipicamente, depositam os seus ovos em poças de água, charcos ou lagos, e as suas larvas, chamadas de girinos, têm guelras e desenvolvem-se na água.

A ordem Anura contém 4 810 espécies em 33 famílias, das quais Leptodactylidae (1100 spp.), Hylidae (800 spp.) e Ranidae (750 spp.) são as mais ricas em número de espécies. Cerca de 88% das espécies de anfíbios são rãs.

O uso dos nomes comuns e sapo não tem base taxonómica.
De uma perspectiva taxonômica, todos os membros da ordem Anura são rãs, mas apenas os membros da família Bufonidae são considerados “sapos verdadeiros”. O uso do termo “rã” em nomes comuns refere-se normalmente a espécies que são aquáticas ou semi-aquáticas com peles macias e/ou húmida, e o termo “sapo” refere-se normalmente a espécies tendencialmente terrestres com pele seca e rugosa. Uma exceção é o sapo-de-barriga-de-fogo: enquanto que a sua pele é ligeiramente rugosa, prefere habitats húmidos.

Escamados

Os escamados (do latim científico Squamata) constituem uma das quatro ordens vivas da classe dos répteis.

São representados pelos lagartos (incluindo a família Mosasauridae de répteis pré-históricos extintos no Mesozóico), pelas serpentes (cobras) e pelo grupo Amphisbaenia (anfisbênias).

Cerca de 4000 espécies, possuem tamanhos variados de 3 cm a 3m (dragão-de-Komodo). Vivem nos mais variados tipos de ambientes, como desertos, florestas, campos, rios, regiões litorâneas, mares, manguezais, montanhas e áreas urbanizadas; Hábitos alimentares: herbívoros, carnívoros, onívoros ou insetívoros.

O gênero de répteis Tupinambis, da família Teiidae, chamados vulgarmente teju ou teiú, compreende os maiores lagartos das Américas.

Podem atingir até 1,5 metros de comprimento e abrange sete espécies, todas nativas da América do Sul. Estes estão sempre por aqui, com exceção do inverno, quando estão hibernando.

A hibernação é um estado letárgico pelo qual muitos animais, em grande maioria de pequeno porte, passam durante o inverno, principalmente em regiões temperadas e árticas. Os animais mergulham num estado de sonolência e inatividade, em que as funções vitais do organismo são reduzidas ao absolutamente necessário à sobrevivência.

Lagarto